SAUDAÇÕES AOS MEMBROS DE A OBRA DA IGREJA E DA FAMÍLIA ECLESIAL POR OCASIÃO DA ELEIÇÃO DO NOVO PAPA
SAUDAÇÕES AOS MEMBROS DE A OBRA DA IGREJA E DA FAMÍLIA ECLESIAL POR OCASIÃO DA ELEIÇÃO DO NOVO PAPA
SAUDAÇÕES AOS MEMBROS DE A OBRA DA IGREJA E DA FAMÍLIA ECLESIAL POR OCASIÃO DA ELEIÇÃO DO NOVO PAPA
Não há medo de que a Igreja equivoque-se!; Deus fala por ela… Não há medo que a Igreja afunde-se!; Deus sustenta-a sobre as águas do dilúvio universal… Não há medo, porque Deus é a força e o baluarte onde se apóia…!
Bem-aventurada eu, com a carga dos meus pecados, por tal Redentor! Mas, apetece-lhe mais ao amor que tenho por ti, meu Jesus do Calvário e da Eucaristia, que criatura alguma nunca tivesse rebelado contra a tua Santidade infinita, e que te forçou, para a manifestação do teu infinito poder e o esplendor da tua glória, a realizar uma coisa tão maravilhosa para nós como dramática sobre Ti, para poder-nos remir dos nossos pecados, readaptando-nos aos planos eternos de Deus, que nos criou só e exclusivamente para que o possuíssemos, elevando-nos à dignidade inimaginável e insuspeitada de ser filhos seus, herdeiros da sua glória, e partícipes da vida divina.
Maria é consciente do mistério da Encarnação por desígnio amoroso de Deus que se encarnou nas suas entranhas virginais, fazendo-a romper, pela brisa do seu vôo e a força do seu infinito poderio, em Maternidade divina…! […] Que grande é Maria por conter em si o grandioso, sublime e subjugante mistério da Encarnação…!
Ó natureza humana de Jesus…! Tão íntima e estreitamente uniu-se a ti o Verbo da Vida, e tu a Ele, numa adaptação como infinita, que suas mais imperceptíveis vibrações repercutem em ti; sendo teu viver e não podendo ser outro que do mesmo Deus altíssimo, já que com Deus te uniste hipostaticamente na pessoa do Verbo.
Mistério de Natal…! Segredo de infinita ternura…!: No silêncio da noite e da incompreensão, sob as notas vibrantes do Espírito Santo, e no rasgão da maternidade de Maria, num presépio se disse a nós o Amor…!! Silêncio, alma querida…! Respeito e veneração! Adora…! Com os Anjos de Deus, responde em amor…! Porque Deus, feito Menino, de um momento a outro vai romper em pranto pela primeira vez na terra numa dilaceração de solidão e incompreensão…
Escutar-te… Receber-te… Entrar dentro do teu peito dolorido e saber que estás ferido em amor, de tanto amar-me; e que ocultas em tuas horas de silêncio, enclaustrado atrás das portas do sacrário, o mistério agonizante do teu coração traspassado, afogado pelos teus penares de lamentos contidos.
Maria é um portento do poder de Deus. A Virgem é intrinsecamente ‘Nossa Senhora da Encarnação’, pois para a Encarnação Deus a criou, fazendo d’Ela um prodígio da graça em manifestação radiante do Onipotente.
Ó Eternidade infinitamente santa, na qual a alma pequenina e sedenta de justiça e verdade saciar-se-á face a face com as divinas Pupilas, na contemplação da tua divina Face…! Ó Eternidade, Eternidade…!, és a apetência saboreável da minha alma desterrada, a necessidade urgente de todo o meu ser inadaptado a este lugar de mentira, de incompreensão, de dor e de prova… És tu, ó Eternidade querida!, a necessidade, em saciedade, da minha alma enamorada e cativada pela formosura do teu rosto…
De tal forma faz Deus a alma ser Ele por transformação, que ela é também o gozo de todos os Bem-aventurados. E como cada um deles participa assim de Deus e goza assim d’Ele, resulta que, sendo Deus tudo em todos, só há um grito no Céu: gozar em Deus, em que Ele se é tão feliz em si mesmo, e em que Ele é tão feliz ao fazer ditosos todos os Bem-aventurados.