15 12, 2024

MISTÉRIO DE INÉDITA TERNURA!

Mistério de Natal…! Segredo de infinita ternura…!: No silêncio da noite e da incompreensão, sob as notas vibrantes do Espírito Santo, e no rasgão da maternidade de Maria, num presépio se disse a nós o Amor…!! Silêncio, alma querida…! Respeito e veneração! Adora…! Com os Anjos de Deus, responde em amor…! Porque Deus, feito Menino, de um momento a outro vai romper em pranto pela primeira vez na terra numa dilaceração de solidão e incompreensão…

17 07, 2024

AMAR-TE A TI POR TI

És tão ditoso…, tanto…, tanto…, tanto!, que farás consistir nosso gozo essencialíssimo em gozar em que Tu sejas tão feliz; já que transbordas, diante da contemplação do teu eterno júbilo, as capacidades de todas as criaturas racionais de tal forma, que terão seu gozo essencial em ver-te a Ti tão contente; porque ali estarão no centro do amor puro e na adaptação completa a esse mesmo amor.

24 05, 2024

A EXCELÊNCIA DE DEUS

Era tanta a excelência de Deus, tão imensa a grandeza do seu infinito ser na plenitude da sua força, tão infinitamente distinto e distante de tudo o que Ele não era, que tudo o que não era Ele, diante da minha mirada espiritual, praticamente passava a não ser… Nada era senão Deus!, porque Deus se era o único que era na plenitude excelente do poderio do seu infinito, consubstancial e coeterno ser divino.

13 04, 2024

PORQUE CREIO NA VIDA ETERNA, ABRASO-ME NAS MINHAS SAUDADES PELO ENCONTRO DEFINITIVO COM O AMADO

Ó Eternidade infinitamente santa, na qual a alma pequenina e sedenta de justiça e verdade saciar-se-á face a face com as divinas Pupilas, na contemplação da tua divina Face…! Ó Eternidade, Eternidade…!, és a apetência saboreável da minha alma desterrada, a necessidade urgente de todo o meu ser inadaptado a este lugar de mentira, de incompreensão, de dor e de prova… És tu, ó Eternidade querida!, a necessidade, em saciedade, da minha alma enamorada e cativada pela formosura do teu rosto…

15 03, 2024

JESUS

Que riqueza encerra em si Jesus…! Parece que a mente se rompe diante da perfeição da sua natureza criada, que foi capaz de viver, numa intensidade tão transcendente e num mesmo instante, todo o gozo que lhe proporcionava a comunicação familiar que vivia com as divinas Pessoas, e por outra parte, a dor do desamor dos homens que Ele representava diante de Deus.

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