MEU DEUS, MEU DEUS, POR QUE ME ABANDONASTE…?
Num transbordamento de dilaceração e desolação de pavorosa e aterradora solidão pelo rechaço do Pai contra o pecado que, carregando sobre os seus ombros, sendo o Cristo, Ele tinha que reparar em e pela plenitude do seu Sacerdócio, como Reconciliador do homem com Deus, «gritou com voz potente: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste…?”»
